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Currículo Teatral (1972 a 2010)

• Preparação Vocal:

O LABIRINTO REENCARNADO, de Paulo Faria, Pessoal do Faroeste, 2008;

A MULHER MACACO, de Paulo Faria, Pessoal do Faroeste, 2001;

O SENHOR DOS VENTOS, de Paulo Faria, Pessoal do Faroeste, 1999;

Grupo JET SEX, 1998;

UM ÍNDIO, de Paulo Faria, 1995;

Companhia de Artes e Malasartes (prêmio APCA de 96), textos de Luiz Alberto de Abreu, direção de Ednaldo Freire.


Preparação Vocal e Direção Musical:

O SENHOR DE PORQUEIRAL, de Molière, dir. Nelson Baskerville, 1996;

A GUERRA SANTA de Luiz Alberto de Abreu, dir. Gabriel Villela, 1993.


Preparação Vocal, Direção Musical e Arranjos/ Instrumentista (pianista):

A QUE PONTO CHEGAMOS, texto e direção de Oswaldo Mendes, textos de B.Brecht, com Ester Goes e Walter Breda, 2000;

A ÓPERA DO MALANDRO, de Chico Buarque, dir. Roberto Ascar, 1998/99;

PRÓXIMA PARADA: PAULICÉIA DESVAIRADA, de Alexandre Kavanji, 1998/99;

MUITO ROMÂNTICO, de Gabriel Guimard e Nora Prado, 1998.


Música (composição):

BIG BIG-BANG BOOM, texto e direção de Carlos Palma,arranjos de Marcelo Souza, 2010, EM CARTAZ;

QUEM TEM MEDO DO ESCURO, texto de Márcio Araújo, direção de Evandro Rigonatti, arranjos de Marcelo Souza, 2010, EM CARTAZ;

FIGURINHA CARIMBADA, texto e direção de Márcio Araújo, direção musical de Dagoberto Feliz, SÃO PAULO/SP, 2008;


Música (composição), Preparação Vocal, Direção Musical e Arranjos/ Instrumentista (pianista):

AS ESTRIPULIAS DE FÍGARO, de Petrônio Nascimento, dir Ednaldo Freire, Cia Paulicéia de Teatro, SÃO PAULO/SP, 2007/2008;


Preparação Vocal, Música (composição), Direção Musical:

A HISTÓRIA DE PIRILÉU E BORILÉA, de Petrônio Nascimento, dir Ednaldo Freire, Cia Paulicéia de Teatro, SÃO PAULO/SP, 2005;

GUARDA-ROUPA DE HISTÓRIAS, texto e direção de Márcio Araújo, SÃO PAULO/SP, 2006/ 2007, indicado para o prêmio Coca-Cola de Teatro;


Preparação Vocal, Música (composição), Direção Musical e Arranjos/ Instrumentista (pianista):

ROMEU E JULIETA de William Shakespeare, direção de Rogério Brito, Clube Regatas Tietê, 1997;

OS SONHOS MAIS LINDOS, de Perito Monteiro, dir. Neyde Veneziano, 1993;

A FANTASIA, de Arthur Azevedo, dir. Zé Eduardo Amarante, 1984;

AFETO E PAIXÃO, de Alvaro Cardoso, 1978;

BICHO ENCANTADO, de Alvaro Cardoso, 1977.


Trabalhos como Ator:

OS SETE PECADOS CAPITAIS, de B.Brecht, dir. Zeba dal Farra, 1988;

A VIAGEM, de Carlos de Queiroz Telles, dir. Celso Nunes,Paulo Herculano, 1972/73;

VIAGEM AO PAÍS DO SOM, de Carlos Castilho, dir. Claudio Lucchesi, 1973;

JESUS CRISTO, SUPERSTAR, de Tim Rice & A L.Weber, dir. Altair Lima, prep. de Atores Eugênio Kusnet, Preparação Musical Paulo Herculano e Samuel Kerr, 1972.


Ator e Músico:

O PRÓXIMO CAPÍTULO (Biombo, Kimono), de Paulo Yutaka, dir. Seme Lutfi, 1985;

TIO VÂNIA,de A Tchekov,Grupo Heros, dir.Emilio di Biasi, 1975.


Direção Geral, Música (Composição) e Direção Musical:

BURUNDUM, de Roberto Saturnino, 1985;

DOM CHICOTE MULA MANCA, de Oscar von Pfuhl, (Prêmio MAMBEMBE, da FUNARTE/INACEN, Direção Infantil, 1978), São Paulo, 1977/78;

MAIS QUERO ASNO QUE ME CARREGUE QUE CAVALO QUE ME DERRUBE, de Carlos Alberto Soffredini, Grupo Vereda, 1976/78;

EMILIA E O PALHAÇO, de Monteiro Lobato, adapt. Tatiana Belinky, 1975;

VEREDA DA SALVAÇÃO, de Jorge Andrade, 1973/74.


Música (Composição), Direção Musical e Trabalho de Ator:

O TRÁGICO À FORÇA, de A Tchekov, dir. Marcio Aurelio, 1982;

O DILETANTE, de Martins Penna, dir. C A Soffredini, 1977;

FARSA DE INÊS PEREIRA, de Gil Vicente, dir. C A Soffredin, 1977;

DOM QUIXOTE, de José Antonio da Silva, dir. C A Soffredini, 1976/77.


Música (Composição) e Direção Musical:

O MACACO DA VIZINHA, de Joaquim Manoel de Macedo, leitura dramática, dir. Luiz Serra, Centro de Estudos Teatrais Gastão Tojeiro, 2003;

O AROMA DO TEMPO, de Erné Vaz Fregni, leitura dramática, dir. Zé Renato, Centro de Estudos Teatrais Gastão Tojeiro, 2002.


Direção Musical e Preparação Vocal:

PRÓXIMA PARADA: PAULICÉIA DESVAIRADA, de Alexandre Kavanji, 1998/99;

BAAL, de B.Brecht, dir. Marcio Aurelio, 1982.


Composição e Preparação Vocal (Direção Musical e Arranjos, Cesar Assolant);

BRINCANDO NA CHUVA, de Alexandre Kavanji e Isaias Sidney, dir. Petronio Nascimento, 2001.


Música (Composição da Trilha Sonora) e Arranjos/ Direção Musical:

AUTO DE NATAL, Jorge Luiz Braz, dir. e autor, S.J.Boa Vista e região, 2001;

O SEXO DOS ANJOS, de Flavio de Souza, dir. Márcio Araújo, 1991;

FICA COMIGO ESTA NOITE, de Flavio de Souza, dir. Márcio Araújo, 1991;

A INVASÃO, de Dias Gomes, dir. Clovis Gonçalves, 1984;

FOI BOM, MEU BEM? (com Wanderley Martins), de Luiz Alberto de Abreu, dir. Ewerton de Castro, 1980 (Prêmio APCA, Direção Musical, 1980).


Composição e Arranjo:

MAMÃE POLENTA, de Flavio Faustinoni, 1997/2000.


Intérprete e Músico:

YESTERDAY, de Eliana Iglesias, dir. Chico de Assis, Leitura Dramática, Seminário de  Dramaturgia do Teatro de Arena (SEMDA), 2003; Trilha Sonora do Espetáculo – 2004, Teatro Ruth Escobar, São Paulo.


Instrumentista (Pianista):

O HOMEM E O CAVALO, de Oswald de Andrade, dir. Emilio di Biasi, 1976;

O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO?, de B.Brecht, dir. Renato Borghi e Paulo Herculano, 1974/75;

HOJE É DIA DE ROCK, de José Vicente, dir. Emilio di Biasi e Paulo Herculano, 1974;

ARENA RE-CONTA ZUMBI, de Boal, Guarnieri e Edu Lobo, dir. Jonas Bloch, 1972.

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Preparação Vocal

Sempre fomos cantadores, por excelência. Possuímos o maior espetáculo teatral do planeta: o desfile das escolas de samba carnavalescas. Dos anos 70s pra cá, e mais especialmente na última década, temos visto uma gama de espetáculos teatrais que primam pela beleza do canto em cena. Não me refiro às grandes produções da Broadway que por aqui aportaram (e talvez até provocada por elas), mas à enormidade de espetáculos em que atores e atrizes cantam desbragadamente, com a presteza de quem o faz muito bem.

Há cerca de quinze anos, temos visto vários grupos teatrais desenvolverem trabalhos musicais de peso e, fundamentalmente, incluído em suas pesquisas e estudos diários a prática musical do canto acompanhada por profissional especializado. Vários colegas meus (e eu juntamente com eles), com trabalhos diversos na área do canto (instrutores de canto coral, maestros e regentes, professores de canto especializados em solos, etc), têm sido convocados, felizmente, a compor os quadros de inúmeras companhias teatrais espalhadas pela cidade de São Paulo.

Nos festivais de teatro do interior do estado e em montagens de várias partes do país, notamos o crescimento da preocupação com o aprendizado da arte de cantar em cena, notadamente entre os jovens atores e atrizes. Lembro-me de uma professora, quando comecei a fazer teatro, dizendo: “como é que eu vou ensinar onde fica o diafragma para pessoas que nem sabem onde fica o pé?”

Quando iniciei no teatro, em 1972, os exercícios se limitavam à área da dicção, emissão e projeção da voz. Hoje trabalhamos vocalises, percepção e aprendizado de sustentação, ressonância, extensão vocal, dinâmica e outros elementos musicais tão necessários à melhor performance no palco. Felizmente, hoje estamos nos colocando em cena com mais desenvoltura, menos ansiedade, mais disponibilidade, menos tensões. Muito aprendemos de postura cênica, respiração, apoio, articulação, aquecimento e desaquecimento vocal. Crescemos muito e queremos ainda mais!!